sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Caras e Caretas
O dia da plesbicito esta chegando e caras e caretas já se manifestaram sobre o sim e o não. Claro que obviamente o interesse deles é politico,certamente defendendo ou sendo contra a divisão o fator é se candidatarmais tarde a governador dentro ou fora da divisão.Maws nas urnas eles serão apenas um voto a mais, agora é so aguardar a vontade do povo é que prevalecerá.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
A divisão do Pará II
O Estado do Pará esta perto de realizar o plesbiscito sobre a sua divisão ou não.
O que eu posso afirmar é que os partidarios do Sim estão atirando para todos os lados e trabalhando numa área que eles sempre atuaram chamada ambição, quando eles dizem que o Novo Pará vai ficar do tamanho do Rio de Janeiro e São Paulo eles usam uma imagem dasduas cidades para ioludir os paraenses devido o crescimento desses Estados, quem não se toca confunde tamanho com desenvolvimento que são duas coisas completamente diferentes. E porque os paraenses querem ficar com o tamanho do Rio de janeiro e São Paulo se o nosso estado é maior do que os dois.
A outra coisa esta relacionada a empregos de carteira assinada, eles dizem que a maioria dos empregos ficarão com o novo Pará, e ai se pensa que os nossos irmão do Tapajós e do Carajás também precisam desses empregos e isso não é bom é é mentira pois se realmente fosse verdade não se precisaria dividir o Pará para que esses empregos ficassem com os paraenses, o quye na verdade o que falta para nós se chama mão de obra qualificada para assumir esses empregos, só não acontecendo pelo fato dos sulistas assumirem essas funções.
Um outro fator esta relacionado as riquezas que o Pará possui que estão nas mãos da União devido a Lei Candi que estabelece que todas as riquezas do subsolo pertemncem a União. Com a separação o Carajás não poderá usufluir delas pois a Lei Candi não permiti,a mesma coisa acontece com o Tapajós.
Um outro fator se chama dinheiro federal, se um Estado recebe dinheiro do Governo Federal, ele tem de devolver esse dinheiro a esse governo e se um Estado não tem condição de sobreviver de suas riquezas certamente não terá como pagar ficando individado.
Um outro fator se chama Tocantins e Mato Grosso do Sul, esses Estados foram criados por decretos-lei e a população não foi consultada em plebiscito; os paraenses ainda tem a sorte de decidir, se a pobreza ainda existe nesses lugares, quem não pode afirmar que isso vai continuar existindo também nas partes divididas?
Lá estão os senhores feudais que vieram do sul do Brasil comprando terras baratas e invadindo terras da União com grandes fazendas de gado, serrarias, carvoarias e etc e tal.
O sim é uma faca de dois gumes, as riquezas do Estado do Pará devido a lei Candi não pode cobrar impostos sobre o que é explorado, mas os royalites é um problema não somente do Pará,mas de todos os Estados do Brasil diga-se de passagem que a Bacia de Campos fica na maior parte no Rio de Janeiro,mas os seus royalites a União deve estabelecer com quem deve ficar e para onde vai. Se quem é menor que o Pará já tem problemas nessa magnitude, a conclusão que eu chego é que eu vou votar no não, pois somando, subtraindo,multiplicando e dividindo, tudo isso não passa de uma jogada politica.
O que eu posso afirmar é que os partidarios do Sim estão atirando para todos os lados e trabalhando numa área que eles sempre atuaram chamada ambição, quando eles dizem que o Novo Pará vai ficar do tamanho do Rio de Janeiro e São Paulo eles usam uma imagem dasduas cidades para ioludir os paraenses devido o crescimento desses Estados, quem não se toca confunde tamanho com desenvolvimento que são duas coisas completamente diferentes. E porque os paraenses querem ficar com o tamanho do Rio de janeiro e São Paulo se o nosso estado é maior do que os dois.
A outra coisa esta relacionada a empregos de carteira assinada, eles dizem que a maioria dos empregos ficarão com o novo Pará, e ai se pensa que os nossos irmão do Tapajós e do Carajás também precisam desses empregos e isso não é bom é é mentira pois se realmente fosse verdade não se precisaria dividir o Pará para que esses empregos ficassem com os paraenses, o quye na verdade o que falta para nós se chama mão de obra qualificada para assumir esses empregos, só não acontecendo pelo fato dos sulistas assumirem essas funções.
Um outro fator esta relacionado as riquezas que o Pará possui que estão nas mãos da União devido a Lei Candi que estabelece que todas as riquezas do subsolo pertemncem a União. Com a separação o Carajás não poderá usufluir delas pois a Lei Candi não permiti,a mesma coisa acontece com o Tapajós.
Um outro fator se chama dinheiro federal, se um Estado recebe dinheiro do Governo Federal, ele tem de devolver esse dinheiro a esse governo e se um Estado não tem condição de sobreviver de suas riquezas certamente não terá como pagar ficando individado.
Um outro fator se chama Tocantins e Mato Grosso do Sul, esses Estados foram criados por decretos-lei e a população não foi consultada em plebiscito; os paraenses ainda tem a sorte de decidir, se a pobreza ainda existe nesses lugares, quem não pode afirmar que isso vai continuar existindo também nas partes divididas?
Lá estão os senhores feudais que vieram do sul do Brasil comprando terras baratas e invadindo terras da União com grandes fazendas de gado, serrarias, carvoarias e etc e tal.
O sim é uma faca de dois gumes, as riquezas do Estado do Pará devido a lei Candi não pode cobrar impostos sobre o que é explorado, mas os royalites é um problema não somente do Pará,mas de todos os Estados do Brasil diga-se de passagem que a Bacia de Campos fica na maior parte no Rio de Janeiro,mas os seus royalites a União deve estabelecer com quem deve ficar e para onde vai. Se quem é menor que o Pará já tem problemas nessa magnitude, a conclusão que eu chego é que eu vou votar no não, pois somando, subtraindo,multiplicando e dividindo, tudo isso não passa de uma jogada politica.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
O Rio de Janeiro continua lindo!
Eu estive no Rio de Janeiro no mês de julho e pude constatar que o Rio de janeiro continua lindo, mas uma das coisas que eu não encontrei lá foi farinha de mandioca, e o açaí é tomado somente na forma de sorvete com um recheio de chantili e outras misturas, a polpa parece uma pedra congelada, que disolvida vira açaí-água.
Eu gostei muito do Rio, fui a copacabana, no Cristo Redentor e outros lugares, mas eu tenho de admitir lugares são lugares.
Enquanto a frutas o Rio não se compara ao Pará, com excessão de Niteroi a terra da goiaba lá estão os papa-goiabas e aqui no Pará os papa-chibés. Como se sabe do açaí 95% ainda é consumido no Pará.
Flavio.
Eu gostei muito do Rio, fui a copacabana, no Cristo Redentor e outros lugares, mas eu tenho de admitir lugares são lugares.
Enquanto a frutas o Rio não se compara ao Pará, com excessão de Niteroi a terra da goiaba lá estão os papa-goiabas e aqui no Pará os papa-chibés. Como se sabe do açaí 95% ainda é consumido no Pará.
Flavio.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
A divisão do Estado do Pará
Eu estou muito pensativo sobre a divisão do Estado do Pará.
Alguns alegam que o Pará é muito grande, e o governo estadual não tem condições de atender as reinvidicações da população e das cidades do interior.
E por que não dividem o Amazonas que é maior que o Pará?
Se isso é verdade, por que Estados como a Paraiba, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Maranhão que são Estados menores que o Pará possuem problemas de pobreza e miséria?
Sendo que muito dos seus habitantes escolheram o Pará para migrar?
Eu acho isso um absurdo, pelo fato dessa divisão somente beneficiar só aqueles que tem interesse politico e nas riquezas do Estado, o que significa que aqueles que não conseguiram se eleger nas eleições passadas irão aproveitar a oportunidade para se candidatarem aos cargos desses governos caso o Estado sofra uma separação.
Um outro fator se chama violência no campo e trabalho escravo, pois esses senhores feudais, são os mesmos que promovem e armam os pistoleiros, são donos das grandes propiedades, serrarias e fazendas, sendo que sem eles no poder a impunidade já existe, imagine com eles no poder, o que deve acontecer?
Uma das coisas que eu gostaria que acontecesse era de que o plesbicito fosse realizado com todo o povo paraense para saber a opinião de todos. Que os paraenses venham a optar pelo melhor!
Alguns alegam que o Pará é muito grande, e o governo estadual não tem condições de atender as reinvidicações da população e das cidades do interior.
E por que não dividem o Amazonas que é maior que o Pará?
Se isso é verdade, por que Estados como a Paraiba, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Maranhão que são Estados menores que o Pará possuem problemas de pobreza e miséria?
Sendo que muito dos seus habitantes escolheram o Pará para migrar?
Eu acho isso um absurdo, pelo fato dessa divisão somente beneficiar só aqueles que tem interesse politico e nas riquezas do Estado, o que significa que aqueles que não conseguiram se eleger nas eleições passadas irão aproveitar a oportunidade para se candidatarem aos cargos desses governos caso o Estado sofra uma separação.
Um outro fator se chama violência no campo e trabalho escravo, pois esses senhores feudais, são os mesmos que promovem e armam os pistoleiros, são donos das grandes propiedades, serrarias e fazendas, sendo que sem eles no poder a impunidade já existe, imagine com eles no poder, o que deve acontecer?
Uma das coisas que eu gostaria que acontecesse era de que o plesbicito fosse realizado com todo o povo paraense para saber a opinião de todos. Que os paraenses venham a optar pelo melhor!
domingo, 5 de junho de 2011
Cai uma árvore, morre-se um cabano!
OS conflitos de terra no Pará não começaram com a morte da irmã Dorothy ou dos dois ambientalistas, eles são muito antigos. Infelizmente as pessoas que estão marcadas para morrer correm um sério risco de vida. O segundo detalhe relacionado a isso é que as pessoas que trabalham na fiscalização da área são em número insuficiente e em terceiro os donos das carvoarias, serrarias e pecuaristas que desmatam as terras são grandes politicos e empresários
O Pará é o segundo maior estado do Brasil e pelo jeito o mais cobiçado de todos.
Eu costumo dizer que essa questão não será resolvida em pouco tempo,mas que a luta pela preservação da natureza vai continuar.
Cai uma árvore, morre-se um cabano!
O Pará é o segundo maior estado do Brasil e pelo jeito o mais cobiçado de todos.
Eu costumo dizer que essa questão não será resolvida em pouco tempo,mas que a luta pela preservação da natureza vai continuar.
Cai uma árvore, morre-se um cabano!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Gustavo o nosso hérói!
Aqui no Pará não é costume termos deslizamento de terra, mas eu descobri que o Pará também possui muitos morros, centenas deles habitados e inabitados dentro da floresta tanto no sul como no sudeste do Pará. O Pará é um estado que ainda preciso conhecer, a cada dia se descobre uma maravilha sobre esse Estado, mas a principal das coberta é sobre os moradores dessa terra, como O Gustavinho, que com apenas um ano e seis meses, ficou soterrado horas no deslizamento de terra em Itaituba, a outra pessoa é a tia de Gustavo que não sabia se ria ou chorava depois do seu resgate. O que ela disse já relata tudo: "Tudo que eu tinha eu perdi, mas ganhei o Gustavo de volta, e isso é o que mais importa", a terceira pessoa é o prefeito de Itaituba que apesar das perdas que aconteceram se pois a disposição para ajudar de todas as formas possiveis.
A resistência de Gustavo demonstrou que podemos nos levantar novamente mesmo perdendo tudo o que temos, pois a vida esta em primeiro lugar.
Parabens Gustavo você é o nosso héroi!
Eu amo o Pará e o meu povo!
A resistência de Gustavo demonstrou que podemos nos levantar novamente mesmo perdendo tudo o que temos, pois a vida esta em primeiro lugar.
Parabens Gustavo você é o nosso héroi!
Eu amo o Pará e o meu povo!
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Oba! O centenário chegou!
Eu gostaria de agradecer pelas pessoas que acessaram esse blog, chegando ele ao seu centenário.
Eu também gostaria de aproveitar para lembrar que a igreja Assembléia de Deus esta fazendo centenário também, uma igreja que nasceu em Belém do pará e se expandiu para o Brasil e o mundo.
A todos o meu muito obrigado!
Luis Flavio Ribeiro Dias
Eu também gostaria de aproveitar para lembrar que a igreja Assembléia de Deus esta fazendo centenário também, uma igreja que nasceu em Belém do pará e se expandiu para o Brasil e o mundo.
A todos o meu muito obrigado!
Luis Flavio Ribeiro Dias
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